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Faq’s

FAQ’s

Qual a melhor nutrição para as leveduras?

Uma nutrição composta unicamente por azoto amoniacal (DAP) e tiamina é suscetível de conduzir a uma sobrepopulação de leveduras, colocando em perigo o estado fisiológico individual de cada levedura, mas também ser a causa de uma carência em azoto induzida. Os nutrientes orgânicos (ACTIVIT O) para além de terem azoto em forma de orgânico(vitaminas, aminoácidos e micronutrientes), que são preferidas pelas leveduras, enriquecem também os mostos em percursores de aromas melhorando sempre a qualidade do vinho final. Podemos utilizar também uma mistura de orgânico e mineral (ACTIVIT, VITISTART) com vista a uma redução de custos.

Qual o momento chave para aplicar os nutrientes?

Deve-se adicionar a nutrição dividindo em duas fazes, no arranque da fermentação alcoóica e após um terço da mesma. De referir que devemos evitar a adição de azoto amoniacal no arranque da fermentação uma vez que, as leveduras estão em fase de crescimento e iremos provocar uma sobrepopulação com as consequências negativas que lhe estão associadas. No entanto a incorporação de nutrição 100% orgânica (ACTIVIT O) neste momento é fundamental para que não haja um fator limitante no processo que condicione o consumo total de açucares, bem como a expressão qualitativa da matéria prima.

Proteção de leveduras

Os protetores de levedura (SUCCESS PROTECT, ACTIPROTECT+) são compostos ricos em esteróis, ergoesteróis. Utilizando estes produtos antes da multiplicação das leveduras iremos fortalecer as suas paredes celulares, e assim, a levedura irá fermentar sem grandes desvios melhorando sempre a qualidade. Esta aplicação é de extrema importância quando se preveem condições difíceis para a levedura como ácool elevado, temperaturas baixas, pH baixo, turbidez muito baixa, etc.

Para que servem os destoxificantes?

Em determinadas condições existem algumas substâncias nos mostos que são tóxicas para as leveduras, estas podem surgir de tratamentos tardios na vinha ou de subprodutos de algumas fermentações. Nestas situações especificas devemos aplicar um destoxificante preventivo no mosto (ACTICLEAN) sempre que se conseguir prever. Em situações mais problemáticas ou que não foi possível prever, após paragens de fermentação aplicamos um destoxificante forte e com carater curativo (CELLCLEAN).

 

Enzimas, quais e para quê?

A adição enzimática em vinhos, é conhecida desde há muitos anos. A sua utilização levou à evidencia de um aumento significativo na qualidade dos vinhos produzidos. De uma forma generalista, concebemos duas tipologias de enzimas: as de clarificação  e as de extração. Nas primeiras, o objectivo da sua utilização é, como o nome indica, de limpar o mosto para que assim se consiga uma vinificação do mesmo mais correta. Nas segundas, o principal objectivo é o de favorecer a extração de compostos fenólicos aumentando o caráter aromático e cor em vinhos tintos.